Crítica: Joo Bosco resume o país em disco de m

Crítica: Joo Bosco resume o país em disco de m

Mensagempor heuhqux » Qui Out 12, 2017 10:45

Crítica: Joo Bosco resume o país em disco de musicalidade orgnica

RIO - Um dos melhores e mais reconhecidos violonistas do Brasil, Joo Bosco poderia
tranquilamente ser o único titular das seis cordas neste Mano que zuera, o
compositor mineiro, - e imperiano recebe no estúdio as feras Marcello
Gonalves e Ricardo Silveira, além de vários outros mestres de instrumentos ,
Armando Maral (percusso), Guto Wirtti (contrabaixo) e Jurim Moreira
(bateria). Apesar de toda a combatividade de músicas Duro na
(parceria com Aldir Blanc, em co e ) e Nenhum
(com o Francisco Bosco, cada vez mais nas letras), Mano
que zuera é um disco de unio, que para a de , a
do cantor. Bosco 3

Tantos nomes e tantos instrumentos podem a de um disco
, a de Mano que zuera reside em em sua
, mesmo na ilustrativa -título, pontuada por sopros, e na
de cordas (trs violes e um bandolim) da linda Sinhá,
em Chico, disco de Chico Buarque de 2012.

lí do Brasil ao lado de Aldir há mais de
quatro décadas, Joo Bosco aparece no aos 71 anos, em (com o
mais acariocado), violo, barba (ainda preta!), boné, em uma musicalidade to
orgnica que parece até . Africano, árabe, mineiro, carioca (o disco é
de citaes e homenagens ao Rio), um do país no que ele tem de
melhor a música.

Cotao: timo

heuhqux
 
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