Festa da libertao

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Mensagempor AConstança » Dom Mai 12, 2013 10:11

VALENA - No ms em que a Áurea completa 125 anos e o Congresso discute a PEC do , já aprovada pela Cmara dos Deputados, o fotógrafo Domingos Peixoto, de O , traduziu em imagens uma das mais tradicionais festas dos quilombolas afro-brasileiros.

Em seu fotográfico, Peixoto a fora e as cores das celebraes no quilombo So José da , em Valena, no do do Rio. A constituída por descendentes de escravos tem hoje 200 habitantes. um dos 13 grupos de quilombolas , enquanto no país so mais de .

O quilombo de Valena parece pertencer a outro . No próximo dia 13 de maio, a de So José da á a do , que faz do da do Rio de Janeiro. O jongo, a capoeira e a de reis marcam o da , que tem na bno da fogueira, no do , o seu . As Naes Unidas consideram a popular um dos pilares da sustentabilidade.

O Quilombo So José existe há 150 anos e é o mais do do Rio de Janeiro. de 200 quilombolas vivem no , em casas de adobe ou -a-pique e telhado de palha. O em na de subsistncia, o catolicismo, a umbanda, o artesanato tradicional, o lenha, o jongo e o Tero de So Gonalo fazem do cotidiano dos moradores da a dos seus na , por de 1850.

Visitar So José é uma ao com hospitalidade de todos as pessoas, dos mais velhos s crianas. Eles nos recebem com , e satisfao, prontos a o sofá de suas casas, um café e a tarde conversando o fotógrafo Domingos Peixoto, que frequenta anualmente a da Negra, onde se reúnem mais de cinco pessoas vindas de várias partes do , no ms de maio.

As fotos deste foram realizadas em 2010, quando eu e um , o documentarista Guillermo Planel, organizamos uma Valena. Durante o fomos aproveitando para filmar e fotografar o de uma que dura 24 horas. Além do , há um filme Imagens do Jongo, que pode ser no YouTube diz Peixoto.

Em 20 de novembro de 2009, os moradores do quilombo ganharam o título das terras da , , devido burocracia, a definitiva ainda no aconteceu. Em fevereiro deste ano, a comemorou uma para a preservao de suas tradies, e , assinou o de emisso provisória na do que hoje ocupa. O já tem mais de 20 anos e tudo indica que, em , os moradores se tornaro os proprietários dos 476,3 hectares de terra.

Através do jongo, uma dana típica africana, a tem sido na difuso e na afirmao da identidade afro-brasileira. Os moradores tm palestras em escolas e recebido visitas no quilombo de reforar a do pelos seus direitos tradio resume Peixoto.

AConstança
 
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